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O fetichismo robótico

O fetichismo robótico

Semelhante de alguma maneira à agalmatofilia, o fetichismo robótico (conhecido também pelo nome de tecnosexualidade), é baseado na aspiração de relacionar com seres não-humanos. Na maioria dos casos, isso acontece através do jogo de papeis e usam-se fantasias que imitam a conformação robótica ou reproduzem os movimentos ou os sons “artificiais” característicos das “máquinas inteligentes”.

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Ser ou não ser... casado/a?

Ser ou não ser... casado/a?

Ao ponto culminante da sua maturidade (ou talvez apenas depois de ter consomido uma quantidade significativa de álcool), cada comum mortal defronta-se com a grande questão existencial “Ser ou não ser... casado/a?”, que, ao contrário de há alguns decénios e mentalidades, pode ter pelo menos duas respostas “válidas”.

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Gosto de mulheres maduras

Gosto de mulheres maduras

A diferença de idade entre os parceiros sempre foi e infelizmente ainda continua a ser um tema controverso. “Infelizmente” porque, normalmente, os problemas de um casal deveriam permanecer exclusivamente problemas do casal... e de ninguém outro.

Contudo “a boca da gente só a terra pode parar” e assim, constantemente vão existir bate-bocas irritantes que embora não sejam afectados com nada na sua existência obtusa (pelo fenómeno em causa), vão perguntar-se irritados, irónicos e confusos, como pode um homem estar com uma mulher que podia ser a sua mãe? Bem, os relacionamentos desse tipo existem e até funcionam muito bem, às vezes bem melhor do que os relacionamentos entre parceiros com idades semelhantes. E, ironicamente, também sem o acordo dos “críticos” de profissão!

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Curiosidades medicais (sobre sexo e não só)

Curiosidades medicais (sobre sexo e não só)

A vulnerabilidade é um aspecto constante da espécie humana. Nalguns momentos, tudo está agarrado (metaforicamente) a um fio. Os riscos são maiores no interior do perímetro que chamamos casa, afirmam as estatísticas, mas o exterior também não é exactamente inofensivo. Criminosos em liberdade, motoristas bébados, vasos de flores esperando de cair bruscamente da veranda... Para nem falarmos da fragilidade do organismo. Mas chega de perspectivas “alegres” sobre o mundo e a vida! Afinal de contas, a superlotação tem de resolver os seus problemas, diriam os adeptos da selecção natural.

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