Pequenos truques para aqueles que contratam acompanhantes

Pequenos truques para aqueles que contratam acompanhantes

Sem ter absolutamente nada a ver com o conceito clássico de amor, amizade ou afinidade emocional de qualquer tipo, a relacão com uma acompanhante é um simples negócio que deixa cada um dos envolvidos com um ganho imediato, quer (de um lado) a nível de prazer, ou (do outro lado) a nível de dinheiro. E mesmo que não lisonjeie a ilusão de moralidade (absoluta), a qual muitos aderem formalmente (apenas alguns por convicção), esta é a pura verdade que nem sequer o mel pode “adoçar”.

Para aqueles que estão em posição de clientes, ao iniciarem um caminho deste tipo devem ter conta de alguns aspectos importantes que lhes pode poupar situações problemáticas, insatisfações ou momentos realmente embaraçosos que ocorrem frequentemente nas experiências dos entusiastas que não estão familiarizados com os “costumes” do mundo do amor contabilizado.

Ao permitir que a intuição e o espírito “mercantil” se façam sentir e o cumprimento de algumas regras mínimas com base na sabedoria dos “antepassados” experientes, oferecem possibilidades reais que as coisas corram naturalmente em favor de ambas as partes.

 

A escolha das acompanhantes.

Os sítios web que fazem ofertas tentadoras de prazeres a pagamento, abundam como as pechinchas em plena temporada de descontos. Mas, já que nem tudo o que reluz é ouro, ao percorrer esse tipo de anúncios onde lhe é prometido a viagem às nuvens (e volta... se for bastante generoso), não escolhe logo a primeira tentação que lhe fascinar os sentidos. Manifeste calma, equilíbrio e atenção. Pois as coisas não são sempre como se apresentam ou como parecem “à primeira vista”.

Um dos métodos mais eficazes capaz de o proteger contra os burlões, indivíduos desonestos ou acompanhantes pouco “qualificadas” para a maratona sexual que pretende ter, é manter reservas circunspectas em relação às publicações com fotografias obscuras, pouco claras, suspeitosamente misteriosas sobre os traços faciais do “modelo” e sobre o seu aspecto geral.

Pensar em contar com a confiança ou com as surpresas agradáveis (“in loco”), tendo a convicção de que apesar do mistério fotográfico, vai passar o tempo acompanhado por uma fada ou por um príncipe impecável (o que, com certeza, não vai acontecer), é apenas uma imprudência que vai custar dinheiro, tempo e nervos inúteis.

Outro critério facilmente aplicável ao “recrutar” as pessoas com quem vai passar momentos “quentes” é dar mais importância às imagens que foram aprovadas pelos administradores dos sítios web (especializados em promover esse tipo de serviços, claro). Geralmente, antes de aprovar a exposição pública, eles verificam a concordância entre fotografias e realidade (através da webcam), e caso passem o teste especificam: “100% Real”, “Fotografias verificadas” ou “Perfil validado”. O aviso “oficial”, provado por menções desse tipo (ou por símbolos gráficos), pode às vezes fazer uma dramática diferença entre êxtase e decepção. Naturalmente, nem sequer esta medida é capaz de eliminar completamente a possibilidade que a personagem “ofertante” seja muito diferente daquilo que apresenta a nível gráfico, à luz do ecrã que muitas vezes é enganador.

É preciso entender que as “certificações” desse tipo, embora diminuam muito o risco de encontrar alguém menos atraente do que sugerido pelo virtual, não são uma solução que ofereça segurança, pois o tanto usado Photoshop ou os seus “pares” igualmente sútis (e eficazes) mostra rapidamente o seu talento para compensar e corrijir onde a natureza, o consumo excessivo de batatas fritas, o stresse ou simplismente a indolência, fazem-se sentir.

Outra regra essencial do código de medidas para os principiantes das relações com as acompanhantes é o “procedimento de procura”. Ou seja, antes de ligar para um número de telefone (encontrado no perfil de uma acompanhante), é bom verificar utilizando os motores de busca (Google, Yahoo, Bing, etc.) se este aparece ou não noutros anúncios, com o mesmo “objectivo”. Depois de o ter identificado também noutros anúncios activos, congratule-se e continue a comparar os tipos de conteúdo publicados.

Se forem completamente iguais, está com sorte e pode entrar em contacto, com algumas pequenas reservas, com a pessoa com quem está tentado a colaborar.

Mas quando as informações e as fotografias pertencentes ao mesmo número de telefone são flagrantemente diferentes, isso constitui um mau presságio, pois é muito provável que se veja perante truques destinados a atrair os clientes por métodos impuros e duvidosos. Além das imagens serem geralmente falsas (na realidade não pertencem à acompanhante que oferece os seus serviços), há também a possibilidade que as facilidades listadas não tenham muito a ver com a realidade ou que por trás do próprio anúncio haja algo completamente diferente, não relacionado ao sexo a pagamento.

Muitas vezes trata-se de estratégia insidiosa, mas eficaz: apresentando várias “belezas” atraentes (mas que, claro, pertencem a outras personagens que realmente mereceriam toda a atenção), tenta-se abranger uma gama mais variada de gostos, prazeres e preferências. Os que estão por trás desta acção mentirosa com esse tipo de “endereçabilidade geral” apostam tudo no grande “volume” de clientes interessados e a probabilidade que eles, depois de se encontrarem “perante o facto consumado”, continuem a aventura com qualquer pessoa que se ofereça para eles (motivados pela necessidade, curiosidade, falta de alternativas naquele momento, falta de tempo, embaraço ou conveniência). Embora alguns recusem, eles não representam uma perda significativa em relação à abundância dos “enganados” forçados (pela necessidade ou situação) a pagar muito.

Não menos importante, a cumplicidade positiva dos motores de busca é importante também quando vai querer conhecer a opinião de outras pessoas, que já estão familiarizadas com os encantos da acompanhante que de repente se tornou o objecto da sua admiração.

Usando o mesmo número de telefone, pode encontrar mais detalhes, sendo dirigido para vários fóruns ou plataformas dedicas às conversas online que são um grande espaço informacional onde clientes satisfeitos ou pouco satisfeitos partilham virtualmente as suas experiências para homenagear e recomendar amigavelmente a actividade dos profissionais dessa área ou, pelo contrário, para chamar a atenção sobre alguns problemas a serem evitados.

Os “consumidores” que já tiveram experiências negativas podem ajudá-lo a sair das nuvens intoxicantes das próprias ilusões e pôr os pés na terra, quando aquela impressão extraordinária que teve antes do tempo não corresponder à realidade. Ao mesmo tempo, se as coisas forem positivas também para outras pessoas... então pode livrar-se de qualquer dúvidas sobre a escolha que alimentou as suas hormonas, encorajando-o a não abandonar prematuramente a corrida para a “linha de chegada”. Portanto, conte e considere as recomendações dos que já passaram por aí e escolhe as acompanhantes com um número rezoável de cotas positivas.

Tendo em conta a utilidade desses comentários e a preciosa orientação oferecida para os principiantes perdidos nesse “nevoeiro” online, recomenda-se que por sua vez também (se tiver oportunidade) forneça post factum, particularidades sobre as eventuais aventuras no reino dos prazeres “culpados”. Certamente, muitos outros vão apreciar isso já que, sem dúvidas, lhes será útil.

Um perímetro a ser evitado quando procurar prazer ou divertimento é a imprensa escrita. Geralmente, os anúncios dos jormais, revistas ou folhetos (impressos) fazem parte de uma categoria de acompanhantes capazes de lhe reservar muitas surpresas, sem que sejam excessivamente agradáveis, para se lembrar com carinho no futuro ou para contar para os amigos (a menos que você não queira torná-las alvo de piadas, ironias ou gargalhadas).

A ausência de fotografias ou fotografias demasiado pequenas e borradas (aspecto geralmente intencional), oferece as bases de encontros “às cegas”, com seres que se revelam bem abaixo dos padrões de atractividade física ou de cuidado pessoal desejado. Isso acontece nas melhores das hipóteses, pois também pode haver casos mais prejudiciais quando o convite ao deleite a pagamento é apenas uma ocultação para as tentativas de ludíbrio puro, eficaz e sem muitos escúpulos de consciência.

Ao escolher o “par” adequado e ao contratá-lo, não deve se deixar influenciar pela própria imagem (sobre si mesmo). Se tiver complexos sobre a sua idade, aspecto físico ou habilidades “físicas” que costuma avaliar de forma excessivamente crítica, não deve orientar-se para alguém que considerar “proporcional” a si, pensando que só poderá sentir-se bem se existir uma “equivalência”. A visita para as acompanhantes não é um raporto justo, nem é competição. É sim uma prenda, que faz para si mesmo (além do mais, com o próprio dinheiro).

A incerteza que lhe alimenta os medos e as inibições é totalmente injustificada num contexto desse tipo, bem delimitado, onde o factor decisivo não é o carisma pessoal, mas sim o número de notas. Abandone, portanto, qualquer forma de “modéstia” exacerbada, pois o objectivo não é de passar num teste, mas desfrutar dos mimos. Além disso, as acompanhantes têm a vantagem de não ficar facilmente “assustadas” pelas “falhas” reais ou imaginárias dos clientes pois têm parâmetros de comparação muito mais flexíveis do que se imagina. Elas estão mais interessadas é mais na higiene, cortesia e claro generosidade dos parceiros do que no esplendor físico deles.

 

Contactar as acompanhantes. 

Uma vez que decidiu dar o grande passo e depois escolheu com quem (de forma documentada, não conjunctural), o que segue é a chamada telefónica. Já que geralmente os que ”trabalham” nessa “profissão” costumam não atender as chamadas de números privados, recomendamos que abandone a táctica de “infiltrado”.

Se a primeira tentativa não tiver sucesso e ela não atender como você tanto queria, não insista em ligar obsessivamente. Deixe passar um tempo rezoável, ou seja... o tempo que dedicaria para um cliente usual (isso é cerca de uma hora), pois geralmente é por isso mesmo que ela não pode atender a sua chamada. Ou, se estiver mesmo muito impaciente, utilize com confiança o plano de backup: a mensagem escrita. Escreva um texto curto e conciso, sem artifícios e pomposidade, e manifeste o seu interesse, dia, local ou duração do encontro que pretende marcar. Não menos importante, especifique as horas até quando é oportuno ela o contactar.

Portanto, o mais importante nesta fase é não insistir! Demostre compreensão e evite o comportamento irritante ou impertinente capaz de lhe fazer um retrato desagradável logo no início e arriscar assim de ficar apenas com o retrato e nenhuma acompanhante.

Ao entrar em contacto (telefónico) não tenha medo ou vergonha de fazer de forma natural todas as perguntas relativas ao que é possível ou não receber (a nível de práticas íntimas). Esses aspectos devem ser esclarecidos da melhor forma possível, com antecedência, mesmo que as suas preferências se limitem a um menu simples e tradicional, sem exotismos... ou pelo contrário, se os seus desejos forem atípicos, específicos a cenários bizarros, duros e sem relação ao “normal”.

Nem todas as acompanhantes estão dispostas a satisfazer todas as maravilhas sexuais que tem sonhado com pôr em prática desde a adolescência. Portanto, é possível que a interacção não corresponda ao padrão da sua imaginação e que os seus planos sejam deitados a perder por uma negociação atrasada que falhou miseravelmente (“à porta do quarto”). Por isso, seria bom que dedicasse o tempo ao lado da acompanhante para a acção mesma e não para as negociações chatas sobre posições, limites ou curiosidades. Complicar a conversa com esse tipo de “coisas” rouba momentos preciosos e impede o desenvolvimento natural dos factos, que se podem tornar esquisitos ou mesmo embaraçantes.

Por conseguinte, os diálogos telefónicos sobre o assunto são uma necessidade premente para formar uma opinião mais conclusiva sobre a capacidade de resposta, disponibilidade e o profissionalismo da pessoa que escolheu, dessa forma evitando estrategicamente as eventuais imprecisões dos termos e condições do plano comum de “negócios”.

Uma atitude cheia de reservas, evasão ou feedback incompleto, é capaz de indicar que o mero objectivo dela é de alcançar as suas finanças, não de cumprir as suas fantasias mais queridas (que, se não forem consideradas antes de receber o dinheiro, ainda menos o serão depois...).

Uma das acções consideradas tabu na relação com uma acompanhante não tem a ver com a realização de perversidades escandalosas (nisso, tudo é permitido desde que haja acordo comum), mas com... a negociação das tarifas.

Os artigos “especializados” comparam esse assunto (muito sensível) com o gesto irresponsável de abrir a caixa de Pandora, cujos efeitos fatídicos refletem-se nesse caso sempre no cliente.

Muitos concordam que o cliente e apenas o cliente sofreria com a decisão de ousar mostrar os seus talentos de negociador, já que o esforço de obter tarifas menores do que as solicitadas (por “regateios” nada inspirados), será recompensado proporcionalmente: com a perda permanente da “oportunidade” de ser feliz (durante um curto período de tempo), ou com a redução qualitativa da prestação recebida (as acompanhantes sabem exactamente como dosar o desempenho segundo a generosidade dos pagadores).

Várias experiências parecem provar que há mais do que um pouco de verdade nessas contra-indicações “orientativas”, que visam abrir os olhos e os bolsos dos que pretendem receber tratamentos privilegiados.

Mas mesmo assim, o medo de ficar sem o par “emprestado” ou de contentar-se com o encontro maçante e às vezes decepcionante, não deve levá-lo a aceitar qualquer quantia de dinheiro que lhe for pedida. Mas também não deve levá-lo a desistir.

Há várias alternativas e o seu estatuto de comprador (e detentor dos papéis farfalhantes tão agradáveis...) permite-lhe, nesse contexto (das ofertas múltiplas), o luxo de manifestar a selectividade da forma mais drástica possível. Só é preciso procurar as opções adequadas aos seus interesses e orçamento, considerando a relação custo-benefício, e também o facto que nem sempre um preço exorbitante garante a qualidade de cinco estrelas dos serviços contratados.

Frequentemente, os montantes previstos só refletem um determinado nível de mercado, estabelecido pelos melhores (e mais lindos) dos fornecedores, imitado imediatamente (e injustamente, claro) pela maioria, que geralmente está muito abaixo desses padrões. Por conseguinte, não se deixe enganar pelas aparências e pelo slogan “preço de mercado”. Esta expressão só é válida para os mesmos produtos ou serviços. Não é absolutamente válida para as posições tão variadas das acompanhantes.

 

O encontro com as acompanhantes.

O encontro tão esperado não vai ser um encontro romântico-sentimental, com borboletas no estômago e flechas na aorta, mas vai ser sujeito à sua finalidade primordial: de retirar a sua porção tão esperada de “loucura” e de fazê-lo, claro, num regime contributivo. A necessidade de ganhar (de um lado) e o desejo sexual (de outro lado) são os únicos mecanismos que movem esse inteiro desenvolvimento de eventos, cujo resultado satisfatório não tem nada a ver com algum tipo de envolvimento emocional que podia pensar de pretender ou manifestar na generosidade infinita da sua alma.

Caso sinta todavia algumas “chamadas internas”, redirecione essas crises vibrantes unicamente para o acto físico, sem algum momento de desvio da ideia que a relação com a acompanhante só se baseia numa troca já estabelecida, determinada pelos interesses.

As histórias reconfortantes de amor, atmosfera idílica ou tendências possessivo-sentimentais, são completamente incompatíveis com essa posição, e só podem ser aceites, no máximo, numa forma disfarçada, durante jogos de papeis, com um toque voluntariamente meloso. Caso contrário, o incumprimento dos limites inerentes à situação, é capaz de colocar ambos você e a pessoa com quem está curtindo, numa situação embaraçosa e desconfortável.

Por conseguinte, evite as abordagens demasiado pessoais, desfrute a companhia incitante que tem ao seu lado e invista o seu tempo (medido, de facto, em dinheiro) para se sentir bem com uma pessoa que realmente sabe como fazê-lo! Nada mais!

Quando marcar o local de encontro, pode optar, dependendo também da disponibilidade da acompanhante, para a residência pessoal, para um hotel ou para o espaço onde ela normalmente desenvolve a sua actividade.

Mas todas essas opções devem ser tratadas com cautela. Se a convidar sob o próprio tecto (ou num quarto alugado), opte para o primeiro contacto ocorrer nalgum lugar perto de casa, não amarrado à porta, nu da cintura para a cima e com uma rosa vermelha na boca ou, no caso das senhoras, de meias sexi e preservativo aromatizado entre os dentes.

A neutralidade do espaço público lhe pode ser de ajuda quando a pessoa não corresponder à fotografia, à discrição ou às expectativas, e lhe oferecer a surpresa de ter um decénio à mais (em termos de idade) ou um peso duas vezes mais do que nas imagens (em termos de tamanho geral).

Num espaço público, é muito mais fácil expressar uma rejeição, não apenas quando houver uma situação desagradável de incoerência física entre o virtual e a realidade, mas também quando a personagem deixa “escapar” expressões ou gestos que revelam um comportamento pelo menos inadequado ou mesmo esquisito (ao ponto de, às vezes, ser necessário pedir ajuda às autoridades).

Em tais momentos, que requerem uma gestão diplomata do imprevisto, o corredor de entrada da casa ou no quarto de hotel pode parecer demasiado “estreito”. É indicado portanto evitar os inconvenientes. Esse campo de actividade prepara às vezes profissionais muito bem treinados na arte das rejeições (totalmente justificadas) ou habilidades no fraseado de argumentos intermináveis capazes de tornar o momento numa negociação difícil, embaraçosa e inútil (declarando não querer “não ter vindo por nada”... como se a viagem em si fosse o objectivo do encontro).

Pode haver reviravoltas também quando o encontro for agendado na residência da acompanhante. Se ela viver num bairro inseguro e famoso pela alta taixa de crimes, talvez seria melhor pensar duas vezes antes de aceitar ir até lá.

Embora não seja necessário transformar cada vez a zona de residência num critério essencial ou único de selecção, nalgumas situações a cautela pode revelar-se mais do que inspirada. E até pode salvá-lo das... “aventuras” indesejáveis (claro, nada amorosas)!

Mesmo que as ninfas e os garanhoões que fornecem prazer a pagamento a custos atraentes estejam geralmente na periferias (os profissionais “ultracentrais” têm taxas proporcionais à zona em que operam), o espírito frugal nem sempre justifica a incursão em todos os tipos de locais da periferia, insalubres ou potencialmente perigosos, onde além dos próprios serviços sexuais é possível receber várias outras coisas também... por exemplo doenças, convites de abandonar a sua carteira, para nem falar das contusões, lesões ou outros sofrimentos (inluindo os psicológicos), resultantes de demostrações de habilidade no seu corpo (dessa vez gratuitas), mais ou menos desportivas ou aprovadas a nível olímpico.

A regra da “prioridade da retirada antes do combate” aplica-se também quando, mesmo que não esteja num bairro de má reputação, a sua atenção é chamada pela presença de indivíduos com aspecto duvidoso, à entrada do edifício, escadas ou mesmo no interior do apartamento onde deve ir. Não é uma regra que essas pessoas tenham necessariamente intenções más, mas deve considerá-los pelo menos com cautela. Portanto, dê primazia ao seu instinto de preservação e não permita que as coisas degenerem numa direcção que depois será difícil controlar.

A pontualidade também é importante quanto o distanciamento emocional ou a cautela. Pode ser que algo de imprevisto intervenha no seu programa, afectando desse modo os seus planos segredos que combinou e que logo... tenham de ser cancelados.

Quer que ela o espere na residência dela, quer que você seja o hospedeiro, mostre um comportamento civilizado e integridade, informando atempadamente a acompanhante sobre essas alterações. Senão, a ausência de uma chamada ou de uma “mínima” mensagem escrita é capaz de o rebaixar na lista de favoritos, muito para fora (o que geralmente significa que não deveria esperar voltar a marcar um novo encontro).

O mesmo aviso educado deve ocorrer quando não tenciona cancelar definitivamente o encontro, mas sim adiá-lo para mais tarde. O atraso acompanhado por um silêncio sepulcral pode sugerir para a acompanhante que você não tem a mínima intenção de mostrar a sua cara e então vai legitimamente passar para o plano B: a reafectação do tempo para clientes à espera ou do “último minuto”.

Mesmo um atraso anunciado pode acabar adiantado para outra data, já que a acompanhante tem certamente outras obrigações com as quais não pode brincar de acordo com o seu “programa” pessoal, comunicado andando e vendo. Portanto, respeite o tempo dela e cumpra de forma mais honrada as responsabilidades que têm a ver consigo!

O respeito para com o tempo da acompanhante também deve ser manifestado quando quiser prolongar o tempo da sessão de amor... por razões de intenso êxtase emocional. Já que não é possível olhar em continuação para o relógio e concluir a prestação extactamente quando o tempo expirar, é possível receber a benção de um tempo adicional, necessário para uma finalisação apoteótica. Mas a cortesia da acompanhante não deve ser interpretada como um dom resultante dos sentimentos maravilhosos que (de repente) ela tem por si! Isso não existe, mesmo que o seu orgulho pessoal seja tendado a pensar o contrário! O tempo é dinheiro e qualquer indulgência adicional além dos serviços inicialmente concordados deveria ser recompensada com honestidade. Seria bom, correcto e elegante. E deveria fazê-lo!

Não espere que ofecer uma gratidão injustificada vai lhe trazer mais, com menos dinheiro. A ingratidão será punida com o valor correspondente, com o risco de ser rotulado como cliente: “a ser evitado no futuro”.

Um das “dez mandamentos” do sexo a pagamento diz que uma vez o preço é negociado, não volta a ser discutido. Depois de ter acordado uma determinada quantia para defrutar de revelações frívolas, ao chegar ao momento da “acção” é bastante desagradável tentar obter uma super-oferta indulgente (na maioria das vezes, para o prazer de reafirmar o seu estatuto de “pessoa habilidosa”).

Se, após marcar telefonicamente todos os detalhes do encontro e as tarifas, re-avaliar “a frio” as suas reacções e lamentar ter aceitado tão facilmente as condições impostas, seria bom que se reorientasse para outra acompanhante, mais acessível a nível financeiro, do que exasperar a que já escolheu com argumentos e técnicas banais de marketing. Esse tipo de tentativas baratas de regateio além de serem embaraçosas, são também perigosas, sobretudo quando decidir acompanhar a sua estratégia por uma agressividade verbal ou física bem estudada e ao mesmo tempo totalmente infeliz. Essa iniciativa pode ser facilmente combatida por um ou mais garotos que “trabalharam” muito no ginásio, aparecidos do nada, com um sorriso vingativo nos lábios e uma motivação profundamente intrínseca de pormenorizar para si, com muita paciência (e também com possíveis demostrações “técnicas”, dolorosas se necessário), como foi “feia” a atitude que você escolheu.

Nesse tipo de circunstâncias é bom considerar a possibilidade de acabar com um olho negro, a humiliação ao pedir desculpas (voluntaria ou involuntariamente), as eventuais manifestações “vocais” (e não só) da acompanhante, invadida de repente pela irritabilidade, em comparação com os poucos percentuais que queria receber como ganho estúpido nesse “negócio”... e perguntar-se se esse tipo de abordagem vale mesmo a pena.

Muitas vezes, as pessoas que vivem a sua primeira experiência no reino do sexo a pagamento, sob a pressão do momento, são tentadas a se ajudar sozinhos com o consumo de álcool ou a administração de várias substâncias (geralmente proibidas), acreditando firmemente que esse método vai livrar eles das inibições, desajeitamento ou das emoções. Mas esta estratégia pode gerar mais danos do que benefícios, sobretudo quando se tratar de quantidades excessivas.

Mesmo que, de um lado, os estimulantes induzem uma forte condição de euforia e eliminem a “autocensura”, de outro lado determinam a reducção da capacidade de controle, diminuição da atenção, a perda dos pontos de referência, a distorção da percepção da realidade, consequências negativas não apenas para o desenvolvimento do episódio “proibido para menores” mas também para a segurança pessoal, muito vulnerável em tal situação com dinâmica descontrolada.

Independentemente do ponto de vista de onde queria que as suas motivações fossem interpretadas, a escolha de começar a “missão” tropeçando, com as ideias confusas e soluços patéticos, chama-se sempre pura imprudência. Uma imprudência que coloca em risco a sua “prestação” e também as chances de sair ileso ou sem problemas.

A solução alternativa para enfrentar mais facilmente o desconhecido nesta posição ingrata de principiante, é o método absolutamente natural da sinceridade: abandone a atitude tímida ou a falsa arrogância (o falso é evidente) e confesse para a acompanhante, com toda a sinceridade do coração tremendo de qualquer novato, que está experimentando um primeiro histórico na vida pessoal. Se for realmente profissional, saberá certamente adaptar o seu comportamento, adicionando à lista das suas funções mais uma... a de iniciá-lo (com paciência e compreensão).

Já que as boas intenções específicas à pessoa que está encontrando são relativamente incertas, manifeste cuidado para com o valor e número dos bens que tiver consigo durante o encontro. Sem se mergulhar em precaução paranóica gratuita, é melhor escolher de não trazer consigo o relógio no qual gastou uma pequena fortuna, os dois telefones de última geração ou o dinheiro que rende a sua carteira mais agradável.

Seja cauteloso mesmo quando a acompanhante vem para a sua residência lhe administrar a “dose” emocionante de euforia. Para evitar quaisquer derrapagens espontâneas (que podem surgir em tais situações), seja cauteloso e não dexe em vista ou “ao alcance das mãos” objectos de valor que facilmente chamam a atenção.

Claro que isso não significa que deve mover todas as suas coisas mais caras na garagem, nas casas de amigos ou vizinhos, estrategicamente mantendo apenas o sofá-cama no meio da sala.

Outro aspecto igualmente importante que contribui para o sucesso ou insucesso da experiência de revificação dos sentidos é a banal, básica e indispensável acção de... “revitalização” pessoal. Mesmo que esteja com pressa, com os planetas desalinhados, que a água quente tenha parado, o gel de banho esteja esgotando ou que simplismente não estiver com a vontade necessária para o processo de tomar banho, lute contra as adversidades do destino e os instintos negativos, evitando começar a aventura antes de se “aproximar” à água, champô, sabonete, antiperspirante e, se estiver bem disposto, àquele perfume particular que só usa nos ”momentos especiais”. Uma presença que dispersa odores desagradáveis será punida pela acompanhante com uma nota embaraçosa dada pela autoridade do sentido do seu olfato e também com a falta de “apetite” para o encantar com algumas “passagens” do seu rico repertório. O pequeno “esforço” higiénico é capaz de o recompensar de forma surpreendente, com o grande prémio da “sinfonia” integral com que tanto sonhou.

Entende-se que para convencer uma acompanhante compartilhar o tempo e o corpo consigo, não é preciso declarar amor eterno para ela, gratidão ou simpatia pessoal, nem é preciso dirigir-se para ela com amabilidades estereótipas sobre a saúde, condições meteorológicas ou a instabilidade política e económica internacional, só é preciso ressonar com as suas exigências pragmáticas a nível de dinheiro, local ou prestação. Só depois de receber o veredicto sobre a compatibilidade a esse nível, todos os sonhos vão tornar-se realidade... Os sonhos sexuais, claro.

Nem é preciso um jantar romântico, elogios ou flores. A acção é por definição “corporal”, e qualquer iniciativa de transformá-la em algo “mais” torna-se estranha, desconfortável, patética ou mesmo desestabilizadora.

Não tente reformar os limites da relação com os profissionais da indústria do sexo, ignorando a reserva imposta pelo “protocolo” (a nível emocional). Guarde apenas para si próprio as curiosidades sobre a história e os eventos tumultuosos da existência da personagem em que investe material para um refúgio amoroso efêmero. Evite abrir conversas íntimas profundas, os juízos de valor, a tentação de obter revelações sensacionais sobre o que há além do brilho aparente da profissão mais antiga do mundo ou histórias “picantes” sobre outros ou outras clientes. Cada pessoa esconde uma história de vida agitada, e as acompanhantes detêm com certeza o recorde nisso, mas para satisfazer a sua necessidade de intrigas, drama e suspense, há livros especializados, sítios web, blogs, salas de cinema acolhedoras ou os próprios amigos que pode questionar à vontade. Mas, lembra-se, quando começou as pesquisas na internet, estava à procura de outro tipo de diversão!

Portanto, viva o momento, respeitando os limites tradicionais desse tipo de interacção! Pois afinal, também não gostaria receber uma série de perguntas “sensíveis”, sobre os assuntos que realmente não teria vontade ou interesse em abrir.

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Independentemente das razões que alguém podia ter para escolher esse método de satisfação (a nível íntimo), a relação com uma acompanhante é uma forma particular de “aproximação”, onde os conceitos clássicos de “amor”, “romantismo” ou “afecto” devem ser totalmente eliminados.

O universo dos orgasmos a pagamento é feito de necessidades pragmáticas (ganhos materiais, respeitivamente sexo), e não tem correspondência alguma na aspiração de compartilhar emoções espontâneas, experiências memoráveis a nível espiritual ou histórias melancólicas. A aceitação desta lição importante é capaz de livrá-lo de várias complicações inúteis e secas, que seria pena preferir em detrimento de uma incursão no mundo do amor de primeira categoria.