5 benefícios do sexo sem obrigações

5 benefícios do sexo sem obrigações

Nós, seres humanos, tendemos a complicar muito as coisas. Colocamos nomes sofisticados em acções rudimentares, ficamos em êxtase com formas somptuosas, preferimos as embalagens “brilhantes” e geralmente escondemo-nos por trás das aparências.

O desejo de adornar a realidade é se calhar a pior (e crónica) doença da humanidade. Não fazemos sexo, mas amor. Não queremos dominar, queremos é realizar os nossos sonhos. Não libertamos os nossos instinctos, queremos ser seres espirituais. Não contestamos a maioria, preservamos a harmonia universal. E... receamos a originalidade.

Acontece o mesmo com a principal actividade das pessoas em toda a parte: a actividade erótica. Embora as suas regras de desenvolvimento sejam diferentes de cultura para cultura, em princípio há alguns padrões bem estabelecidos. Na maioria das vezes, muito rígidos.

Nalguns casos, o amor depende exclusivamente do casamento (esse tipo de hábitos continuam a existir em vários cantos do mundo), noutros acontece depois do primeiro “amo-te”, depois de um mínimo de três encontros ou depois de medir visualmente o nível potencial de sucesso (que há nas calças, claro).

Mas no entanto, por que há tantas regras, desconfiança e preocupações exigidas de adultos que não querem assentar-se para o resto da vida, nem atribuir qualquer conotação superior ao acto íntimo (como pretenções de amor, fidelidade, compromisso ou outras grandes aspirações desse tipo, herdadas de geração para geração), mas querem é apenas se sentir bem?

Pois, se sentir bem! Será que o divertimento deve limitar-se exclusivamente ao desporto, televisão, cerveja, bunjee jumping, bombardear as metrópoles nos jogos de computador? Por que as pessoas exuberantes a nível sexual são colocadas sem querem na categoria dos levianos incuráveis?

Será que ocorreu um erro?

Hoje em dia, felizmente, o livre arbítro só é compromisso a nível social. Se respeitar a lei e o bom senso, cada pessoa pode faze ro que quiser, inclusivamente orgias semanais (preferivelmente durante os fins de semana).

Como dizem os conhecedores, a “penetração” move as montanhas, afasta a depressão, alivia a dor, limpa o nariz, queima as calorias e muito mais... Afinal, funciona como medicação também.

Independentemente de se materializar com homens pagos (preferivelmente, pois eles pelo menos sabem o que devem fazer), ou que envolva a participação de voluntários vigorosos, a iniciativa em questão, despojada da pressão da devoção sentimental, supera-se a si própria.

E isso, apesar de todas as tentativas de desacreditação dos adeptos dos rigores matrimoniais. Sobre quanto faz bem para o psique, vai encontrar nas seguintes linhas. O resto, pode descobri-lo por conta própria.

 

1.-Elimina o stresse das complicações emocionais. O sexo sem afecto tem um único objectivo. Isso é: o sexo. Ao entrar num jogo desse tipo, não se deve preocupar com outras compatibilidades que é preciso haver entre si e o amante. Desde que o gajo tenha o equipamento necessário para o quarto, importa que ele não acabou os estudos, odeia novelas ou que as manhãs costuma acordar tarde?

Além do mais, com um exemplar desse tipo ao seu lado, até os ciúmes desaparecem. Já sabe que ele não lhe pertence para o resto da vida, portanto pode estar tranquila, sem segui-lo obsessivamente 24 horas por dia. Ele também não consigo. Muitas vezes, as relações acabam mesmo por causa das expectativas imensas que os parceiros têm ou do sentimento doentio de propriedade. Quando as emoções aparecem, é praticamente impossível que as coisas não se compliquem (inutilmente).

 

2.-Economiza tempo. E se o “príncipe” dos sonhos tardar a aprecer? Vai jurar fé eterna para o velho vibrador ou continuar a frequentar encontros arranjados pelas amigas com a esperança que vai acabar encontrando algo promissor, e só depois abrir o seu coração e as outras zonas importantes para ser penetrada pela excitação?

É uma estratégia arriscada. Mesmo falível. Quem sabe quanto deverá esperar até um ELE interessante aparecer? Aquele que você quer que seja alto, bonito, inteligente e rico. E, claro, bom de cama. Ao escolher a opção “sem obrigações”, os requisitos limitam-se a uma única e indispensável necessidade: bom de cama. E já que isso não é evidente nos olhos de qualquer pretendente comum (podia ser, no máximo, inferido), será necessário testar as suas habilidades pessoalmente. O que é bastante embaraçoso (muitas vezes) e leva muito tempo. Ou ter todas as certezas, escolhendo um “especialista” que garante o final... feliz.

 

3.-Aumenta a auto-confiança.  Há mulheres que não gostem de ser admiradas na intimidade, adoradas, mimadas pelo macho que envida esforços para levar elas ao sétimo céu? Certamente que não!

A solidão, a falta de contacto físico afecta a auto-estima. As mulheres que não veem desde a pre-história um homem nu sobre, debaixo ou ao lado delas, começam a ter dúvidas importantes sobre o charme pessoal. Ser cortejadas por vários indivídiuos ou satisfeitas por um profissional cuidadoso, simplismente alimenta-lhes a alma.

Portanto, não espere para chegar ao ponto de duvidar sinceramente da própria feminilidade. Passse, já agora, aos factos, sabendo que uma aventura ousada tem efeitos milagrosos sobre o ego com fome de confirmações.

 

4.-“Abre” a mente. Fala-se em toda a parte sobre a maneira como as relações estáveis predispõem à rotina, à mesma sopa reaquecida, ao mesmo “missionário” sem virilidade (como qualquer outra coisa banalizada pela repetição).

O tédio é o maior inimigo da própria vida, e ainda mais das ideias solenes e bem comportadas. Ao contrário delas, as aventuras espontâneas não têm tempo para ser “matadas” pela monotonia, pois elas acabam tão rapidamente como começaram. Elas activam certos recursos cuja existência talvez era desconhecida para a dona mesma. Como acontece esta maravilha? Graças à falta de inibição encorajada pelo contexto. Quem ousa entrar no território das experiências de uma noite, obriga-se de certa maneira a deixar o seu pudor em casa.

Se começar uma aventura pensando apenas no divertimento, vai surpreender-se a si mesma. Talvez o seu parceiro também quando vai provocá-lo a atar você à cama e a morder, tranquilamente, o seu traseiro.

 

5.-Esclarece as preferências. Quanto mais se envolver nas aventuras passageiras, melhor vai entender as próprias preferências (sobre o princípio do “fazer e ver”). Por mais filosófico que possa parecer, ninguém foi para muito longe (na própria pessoa) ficando numa bola de cristal e recusando-se experiências inéditas. O mesmo acontece com a expansão dos conhecimentos sexuais. Algumas experiências e fantasias só são acessíveis através das breves “loucuras”: encontrar um desconhecido, por exemplo. Ou passar uma noite ao lado de um “garanhão” especializado em erotismo “perigoso”. Há uma multidão de exemplos.

Como é possível sentir a adrenalina de uma aproximação puramente física se nunca experimentar?

fonte:www.eroticnote.com